HOME HEALTH CARE CLASSIFICATION (HHCC),

OF NURSING DIAGNOSES AND INTERVETIONS

BY VIRGINIA SABA, EdD RN, FAAN, FACMI

 

Translated by:

Heimar F. Marin, PhD, RN

Universidade Federal de San Paulo - Centro de Informatica em Enfermagem

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Classificação do cuidado em saúde domiciliar (HHCC) de Diagnósticos e Intervenções de Enfermagem

Virginia Saba

 

 

Nota de tradução:  A sigla original da classificação será mantida por ser internacionalmente conhecida. Assim, a classificação neste texto será sempre referida como HHCC.

 

 

A Classificação do cuidado em saúde domiciliar de Diagnósticos e Intervenções de Enfermagem (HHCC) foi desenvolvida para fornecer um novo modelo e estrutura para codificar e categorizar os serviços de enfermagem em saúde domiciliar. A Classificação do cuidado em saúde domiciliar de Diagnósticos e Intervenções de Enfermagem possui dois únicos esquemas de classificação em enfermagem dominciliária, que foram empiricamente desenvolvidos dos dados do Estudo de Classificação em cuidado domiciliar. HHCC usa a estrutura dos 20 Componentes de Enfermagem em Cuidado Domiciliar para classificar e codificar os diagnósticos e as intervenções de enfermagem em cuidado domiciliar. O HHCC pode também ser usado para o processo computacional e análise estatística dos achados de estudo.


 

Background

 

A Classificação do cuidado em saúde domiciliar de Diagnósticos e Intervenções de Enfermagem (HHCC) conduzido por Saba (1991) na Escola de Enfermagem da Georgetown University foi desenhado para desenvolver um método para acessar e classificar pacientes a fim de determinar os recursos necessa’rios para fornecer serviço de atendimento domiciliar à população com seguro saúde Medicare (USA), incluindo os resultados do cuidado prestado. Para alcançar este objetivo, os dados que o atual recurso utiliza, que pudessem ser objetivamente mensuráveis, foram usados para predizer os recursos necessários (Saba, 1992b).

Este estudo consistiu de uma amostra nacional de 646 agencias de serviço domiciliar, randomicamente estratificada pelo tamanho da equipe, tipo de propriedade e localização geográfica. O estudo nas agências de saúde domiciliar perimitiu coletar 8.961 casos com alta recente pelo Medicare, representando cada episódio de atendimento ao paciente de forma completa, ou seja, da admissão a alta.

O estudo coletou dados de todas as variáveis relevantes - demográfica, serviço de cuidado ao paciente, data da visita, dados de alta – considerados como possíveis preditores de recursos necessários para o cuidado domiciliar. Os dados do estudo foram analisados para determinar a significância estatística de métodos alternativos de classificação. Os métodos estatísticos enfocaram dois distintos objetivos. O primeiro foi conduzir análises decritivas de cuidados ao paciente em atendimento domiciliar e os servicos prestados. O segundo foi desenvolver uma classificação que pudesse predizer recursos necessários para o atendimento.

 

Coleta de Dados

Como parte da coleta de dados, duas questões abertas foram utilizadas para coletar os diagnósticos de enfermagem e os serviços de enfermagem prestados durante o episódio de cuidado domiciliar. Estas duas questoões abertas forneceram o maior volume de dados já coletados de pacientes do serviço de atendimento domiciliar (Saba, 1992a; Saba et al.,1991).

A primeira questão coletou todos os diagnósticos de enfermagem ou problemas dos pacientes identificados como a maior razão pela qual o paciente precisou de atendimento. Esta questão também coletou a disposição de cada diagnóstico de enfermagem na alta, sendo considerado o resultado do cuidado. A segunda questão coletou todas as habilidades do serviço de enfermagem, tratamentos significantes, atividades e intervenções prestadas durante o episódio de cuidado.

 

Estratégia do desenho da classificação

Com a finalidade de codificar e classificar as declarações narrativas, dois únicos esquemas foram desenvolvidos. Uma estratégia foi desenvolvida que inicialmente processou em computador, a narrativa textual dos primeiros 1000 pacientes. As narrações dos diagnósticos e das intervenções de enfermagem foram introduzidas na base de dados como um meio de determinar termos comuns. Utilizando ordenação por palavra-chave por permuta, os termos semelhantes foram ordenados e reunidos. Exemplos de como os termos foram reunidos estão a seguir apresentados:

Diagnóstico de Enfermagem: “alteração do conforto” e “alteração da dor” e “alteração do conforto devido a dor” foram reunidos como “Conforto alterado” e “dor” tornou-se uma subcategoria.

Intervenções de Enfermagem: “Instruir a cura da ferida”  e “ensinar o cuidado de ferida” foram reunidos de duas formas: “instruir e ensinar” foram reunidos como “ensinar” e “instrui”r tornou-se sinônimo; e “curar ferida” e “cuidar da ferida” foram reunidos como “cuidar da ferida”.

Centenas de outras ordenações por palavras-chave foram analisadas. Os termos dos diagnósticos e intervenções de enfermagem foram não somente ordenados separadamente como também mapeados por paciente. Utilizando esta técnica, dois esquemas foram desenvolvidos, testados, refinados e usados para codificar e classificar as narrativas das duas questões. Uma descrição de cada esquema é apresentada a seguir:

Diagnósticos de enfermagem em cuidados domiciliares

Todo diagnóstico de enfermagem e/ou problemas do paciente foram coletados de episódios completos de atendimento em saúde domiciliar de cada pacientes do estudo. Um total de 40.361 diagnósticos de enfermagem e/ou problemas do paciente foram identificados como necessários serviços de enfermagem incluindo o resultado de alta atual.

 

Definição de diagnóstico de enfermagem

Um diagnóstico de enfermagem é um julgamento clínico sobre as respostas do indivíduo, família e comunidade aos atuais ou potenciais problemas de saúde e processos da vida. O diagnóstico de enfermagem fornece as bases para a seleção das intervenções de enfermagem para atingir resultados pelos quais o enfermeiro é responsável (NANDA, 1990, p.5). Diagnósticos de enfermagem são conceitos usados para descrever atuais ou potenciais problemas de saúde dos clientes. Eles descrevem a prática clínica de enfermagem de maneira uniforme.

 

Esquema de codificação dos Diagnósticos de enfermagem

As  descrições dos diagnósticos de enfermagem em saúde domiciliar foram desenvolvidos baseadas na Taxonomia I - revisada 1990: com diagnósticos de enfermagem (NANDA, 1990; Fitzpatrick et al., 1989). A lista de 104  diagnósticos de enfermagem NANDA para uso clínico foi adaptada, revisada e expandida para incluir adicionais condições diagnósticas de enfermagem em cuidado domiciliar que foram consideradas ser como novas categorias diagnósticas. O esquema diagnóstico final em cuidado domiciliar consistiu de 145 diagnósticos de enfermagem em cuidado domiciliar: 50 dos quais eram categorias diagnósticas principais e 95 subcategorias.

 

Objetivos/resultados esperados dos diagnósticos de enfermagem

As descrições dos diagnósticos de enfermagem em cuidado domiciliar também incluiu a coleta de dados sobre resultado atual de cada diagnóstico de enfermagem. Uma mensuração de resultado foi determinada para ser usada como objetivo do cuidado domiciliar e ainda, considerado como sendo outra faceta do nome do diagnóstico de enfermagem. Além disso, foi analisado como objetivo na admissão mesmo, embora fosse avaliado na alta e usado como medida de resultado do cuidado domiciliar. Como resultado, foi usado um modificador para codificar objetivo/resultado esperado do cuidado domiciliar, tendo uma de três possíveis condições: MELHORADO: as condições do paciente mudaram e melhoraram; ESTABILIZADO: as condições do paciente não mudaram e não necessitam futuros cuidados; DETERIORADO: as condições do paciente mudaram e pioraram.

 

Intervenções de enfermagem no cuidado domiciliar

Todas as intervenções de enfermagem foram coletadas de episódios completos do cuidado domiciliar. Elas incluem não apenas os 28 códigos “tratamentos especializados” da  Health Care Financing Administration (HCFA, 1977), mas também 80.283 adicionais descrições coletadas como serviços de enfermagem prestados durante o episódio de cuidado domiciliar.

 

Definição de Intervenção de Enfermagem

Uma intervenção de enfermagem é definida como uma ação de enfermagem - tratamento, procedimento ou atividade - designada a atingir um resultado para o diagnóstico - médico ou de enfermagem - pelo qual o enfermeiro é responsável. Os serviços de pacientes são originados inicialmente como ordens médicas por um referido médico e revisado pelo enfermeiro que realizou a admissão do paciente. Com parte da admissão, o enfermeiro primário também determina as ordens de enfermagem baseadas nos diagnósticos de enfermagem e nos resultados esperados; juntos, estabelecem um plano de cuidado que inclui intervenções de enfermagem (Campbell, 1990).

 

Esquema de códigos de intervenções de enfermagem

As descrições das intervenções de enfermagem em cuidado domiciliar foram codificadas, baseadas no esquema único desenvolvido para este estudo. Estas descrições não foram sempre mutuamente exclusivas. Muitas foram determinadas  por representar descrições mais precisas de uma dada categoria, tal como “trocar curativo”  é mais preciso do que “cuidar da ferida". Baseado no conhecimento clínico, categorias principais são ações que englobaram várias tarefas que foram categorizadas em subcategorias, por exemplo, “trocar curativo”, uma única ação de enfermagem feita em “cuidar da ferida”. O esquema de intervenção resultante consiste de 160 Intervenções de Enfermagem ( 60 categorias principais de intervenções de enfermagem e 100 subcategorias.

 

Tipos de Ações nas Intervenções de Enfermagem

As descrições também permitiram identificar o tipo de ação de cada intervenção de enfermagem. Foi observado que haviam dois aspectos para um serviço de enfermagem: o próprio serviço e a ação que modificou o tipo da intervenção de enfermagem. Ao testar e examinar os dados, quatro diferentes tipos de ações de enfermagem surgiram repetidamente: (a) avaliação (assessment) , (b) cuidado direto, (c) ensino, e (d) gerência dos serviços de enfermagem. A estratégia desenvolvida usou diferentes códigos para descrever estes quatro tipos de ações. Isto não só reduziu a lista de intervenções de enfermagem, mas também simplificou o processo de codificação.

O esquema de intervenções de enfermagem foi revisado para incluir os tipos de ação de intervenção de enfermagem. Eles são modificadores e foram codificados da seguinte forma: Avaliar: dado coletado e analisado do estado de saúde; Cuidado direto: desempenho de ação terapêutica; Ensinar: prover conhecimento e habilidade e Gerenciamento: coordenadar e encaminhar.

 

Componentes do cuidado de enfermagem domiciliar

Os diagnósticos e intervenções de enfermagem também requerem uma estrutura de classificação e uma estrutura de codificação para facilitar o processamento computacional e a analise estatística. Os dois esquemas - 145 diagnósticos de enfermagem e 160 intervenções de enfermagem - eram muito extensos para fornecer significado estatístico que pudesse predizer os recursos necessários.

 

Design e Estratégias de codificação dos componentes de enfermagem.

Inicialmente, diferentes esquemas de classificação de enfermagem foram testados para identificar um modelo de codificação e estrutura que pudesse ser usado para analisar os dados. O esquema de diagnósticos de enfermagem que foram revisados incluíram: NANDA - Nove padrões de resposta humana que classifica nomes de diagnósticos de enfermagem de acordo com o fenômeno em enfermagem (NANDA, 1990); Gordon - Onze padrões funcionais de saúde que foram desenhados para organizar os dados de avaliação do paciente coletados durante o exame de admissão de enfermagem (Gordon, 1982); Nove sistemas corporais fisiológicos empiricamente determinados para serem expressivo resultados deste estudo; Carpenito - vinte grupos ( onze padrões funcionais de saúde de Gordon e nove condições fisiológicas que a autora usou para referir problemas colaborativos  - 1989) e Classificação de Problemas Omaha  - lista de 44 problemas (VNA de Omaha, 1986) que fornece um método para identificar, denominar e organizar os problemas da prática de enfermagem na saúde da comunidade.

Vários esquemas de intervenções de enfermagem foram também revisados. Eles incluíram: Esquema de intervenções Omaha com 63 nomes que foram desenvolvidos para classificar as ações e atividades de enfermagem (1989); IOWA Intervenções, que selecionou as intervenções de enfermagem para os diagnósticos de enfermagem determinados  (Bulecheck & McClosky, 1985) e vários livros no assunto como por exemplo Campbell (1990).

A análise estatística destes esquemas de diagnósticos de enfermagem foi considerada muito extensa, não específica o suficiente, não interligando as Intervenções de enfermagem e não característica do estado de saúde do paciente domiciliar. Ainda, não foi possível estatísticamente analisar os esquemas de intervenção de enfermagem porque os esquemas existentes não são classificados ou agrupados de modo a viabilizar a análise estatística.

Como resultado, os Vinte Componentes de Saúde Domiciliar foram empiricamente desenvolvidos dos dados deste estudo. Eles forneceram uma armação para classificar e codificar os diagnósticos e intervenções de enfermagem em saúde comunitária. Foram utilizados para o processo computacional e para análise estatística dos dados.

 

Definição dos componentes de enfermagem

Um componente de enfermagem é definido com um conjunto de elementos que representa um padrão funcional, comportamental ou fisiológico de cuidado de saúde domiciliar. Cada componente representa um padrão único da prática clínica de enfermagem em saúde comunitária. Os Vinte Componentes de Saúde Domiciliar também fornecem uma estrutura para avaliar as solicitações do serviço de enfermagem - diagnóstico de enfermagem, objetivos e resultados esperados, intervenções de enfermagem e tipos de ações. Os 20 componentes foram identificados com sendo clinicamente mais relevantes nas classes de avaliação, melhor preditores dos recursos solicitados nos serviços de saúde domiciliar e a mais apropriada estruturada para classificar os diagnósticos e as intervenções de enfermagem em saúde domiciliar. (Saba, 1992a).

 

Figura 1 - Vinte componentes de enfermagem em saúde domiciliar

A - Atividade                                       B - Eliminação intestinal

C - Cardíaco                                        D - Cognitivo

E - Coping (abrangência)                      F - Volume de líquidos

G - Comportamento em saúde               H - Medicação

I - Metabólico                                      J - Nutricional

K - Regulação física                              L - Respiratório

M - Relacionamento de papel                 N - Segurança

O - Auto-cuidado                                 P - Auto-conceito

Q - Sensorial                                       R - Integridade de pele

S - Perfusão Tissular                            T - Eliminação urinária

 

 

Estrutura de Codificação da Classificação de Saúde Domiciliar

 Os esquemas de diagnóstico e intervenções de enfermagem também requeriram uma estrutura de códigos para facilitar o processamento computacional. Usando o formato da décima revisão da Classificação Internacional de Doenças de problemas de saúde relacionados (CID -10) (WHO, 1992), um quinto caracter alfanumérico de código foi desenvolvido. O quindo caracter de código consiste de: (a) um caracter alfabético na primeira posição para o “Componente de saúde domiciliar”; (b) seguido de dois dígitos numéricos para as “categorias principais”; (c) seguidos de dois dígitos decimais - o quarto para uma  “subcategoria”, e (d) um quinto dígito para ‘modificador”. Um modificador é usado para um resultado esperado para cada diagnóstico de enfermagem e tipo de ação para cada intevenção de enfermagem.

 

HHCC para diagnósticos de enfermagem

Cada diagnóstico de enfermagem foi classificado usando código de cinco caracteres. Um exemplo de uma estratégia de codificação segue e é ilustrada na Figura 2. Para codificar o termo, é preciso referir-se ao Índice de Diagnóstico de enfermagem da HHCC. O diagnóstico de enfermagem “Intolerância de Alteração da atividade” é mais preciso do que “Alteração da Atividade”. O primeiro caracter codifica o Componente de enfermagem em saúde domiciliar “Atividade: como A”; seguido de dois dígitos de Categorias Diagnósticas Principais “Alteração da Atividade: como 01”, seguido de quatro dígitos decimais de Subcategorias disgnósticas “Intolerância a Atividade: como .1”; e seguido de um quinto dígito modificador para objetivo de resultado  esperado: “Melhorado: como .11”. O código completo fica então “A01.11”.

 

Figura 2: Exemplo da Estrutura da Classificação para codificar um Diagnóstico de Enfermagem em saúde domiciliar com um objetivo de resultado esperado.

Alteração na Intolerância a atividade: melhorado

A01.11

Componente de enfermagem:                             Atividade                                   = A

Categoria de diagnóstico de enfermagem:            Atividade Alterada                      = A01

Subcategoria do Diagnóstico de enfermagem:       Intolerância a Atividade               =A01.01

Resultado Objetivo esperado:                              Melhorado                                 = A01.11

 

 

Intervenções de enfermagem de HHCC

Cada intervenção de enfermagem foi também classificada usando um código de cinco caracteres. Um exemplo da estratégia de codificação segue e é ilustrado na Figura 2. Para codificar o termo é preciso referir-se ao Indice de Intervenções de Enfermagem da HHCC. A intervenção de Enfermagem “Trocar curativo de ferida” como revisado, é mais preciso como intervenção de enfermagem e descreve uma tarefa específica de “Cuidado de ferida”. O primeiro caracter do código do componente “Integridade tissular como R”; seguido de dois dígitos das Categorias de Intervenção Principais “Cuidado de ferida: como 55”; seguido de quatro dígitos decimais de Subcategorias de Intervenção “trocar curativo como .2”; seguido de um quinto dígito modificador para o tipo de ação/intervenção “cuidado direto como .22”.  O código completo é “R55.22”.

Figura 3: Exemplo da Estrutura da Classificação para codificar uma Intervenção de Enfermagem em saúde domiciliar com o tipo de ação.

Trocar Curativo de ferida

R55.22

Componente de enfermagem:                             Integridade tissular                     = R

Categoria de intervenção de enfermagem:           Cuidado de ferida                       = R55

Subcategoria da Intervenção de enfermagem:      Trocar curativo                          = R55.2

Tipo de ação da intervenção:                              Cuidado direto                           = R55.22

 


 

 


 

Figura 4 - Exemplos dos códigos dos Diagnósticos de Enfermagem com e sem Modificadores de Resultados Esperados

Diagnóstico de enfermagem

Código final

Resultado Esperado

Subcategoria

Categoria Diagnóstica

Componente HHCC

Intolerância a Atividade Melhorado

A01.01

 

Melhorado

 

 

Nenhuma

 

 

 

Atividade

      alterada

 

 

 

 

Atividade

Dor aguda Estabilizada

Q45.12

 

Estabilizado

 

 

Dor Aguda

 

 

 

Conforto

      Alterado

 

 

 

 

Sensorial

Padrão respiratório Prejudicado

L26.2

 

 

 

Padrão respiratório Prejudicado

 

 

 

Respiração

     Alterada

 

 

 

 

Respiratório

Coloque zero para nenhum ou em branco


 

 

Figura 5 - Exemplos de códigos de Intervenções de Enfermagem com Tipo de Modificadores de Ação

Intervenção de enfermagem

Código final

Modificador de Ação

Subcategoria

Categoria de serviço

Componente HHCC

Avaliar Sinais Vitaia 

K33.01

 

Avaliar

 

 

Nenhuma

 

 

 

Sinais Vitais

 

 

 

Regulação fisica

Trocar curativo de ferida

R55.22

 

Cuidado direto

 

 

Trocar curativo

 

 

 

Cuidado de ferida

 

 

 

 

Integridade Tissular

Arranjar refição rápida

G17.34

 

Gerenciar

 

 

Refeição rápida

 

 

 

Programa de comunidade

 

 

 

 

Comportamento de saúde

 


 

Sumário

A Classificação de Cuidados a Saúde Domiciliar para Diagnósticos e Intervenções de Enfermagem, usando os 20 componentes fornece um modelo e uma estrutura para classificar e codificar o cuidado de enfermagem domiciliar. A Classificação de Cuidados a Saúde Domiciliar para Diagnósticos e Intervenções de Enfermagem  foi empiricamente desenvolvida e estatísticamente significante. Foi baseada no julgamento clínico e fornece um modelo analítico para levantar dados do paciente, avaliar, medir e analisar o cuidado de enfermagem domiciliar.

A Classificação de Cuidados a Saúde Domiciliar para Diagnósticos e Intervenções de Enfermagem oferece uma nova abordagem para organizar o registro do paciente, documentando o processo de enfermagem e determinando os recursos requeridos. Além disso, pode ser usado como dicionário de dados para elementos da prática clínica de enfermagem nos sistemas computacionais baseado no paciente. A Classificação de Cuidados a Saúde Domiciliar para Diagnósticos e Intervenções de Enfermagem fornece as bases para medir a qualidade dos resultados e efetividade do cuidado de enfermagem domiciliar. A Classificação de Cuidados a Saúde Domiciliar para Diagnósticos e Intervenções de Enfermagem expande a base de conhecimento da enfermagem em cuidado domiciliar e saúde comunitária.

A Classificação de Cuidados a Saúde Domiciliar para Diagnósticos e Intervenções de Enfermagem incluindo os componentes está apresentada no Anexo, a seguir. Inclui: A - A Classificação de Cuidados a Saúde Domiciliar para Diagnósticos e Intervenções de Enfermagem - componentes de enfermagem em duas tabelas: (a) indice alfabetico com códigos e (b) índice alfabético com definições;

B - . A Classificação de Cuidados a Saúde Domiciliar para Diagnósticos  de enfermagem em 3 tabelas: (a) classificação dos 20 componentes e esquema de códigos, (b) lista alfabética com definições e códigos, (c) índice alfabético com códigos; e,

C - A Classificação de Cuidados a Saúde Domiciliar para Intervenções de Enfermagem em 3 tabelas: (a) classificação dos 20 componentes e esquema de códigos, (b) lista alfabética com definições e códigos, (c) indice alfabético com códigos.

 

Referências

 

 


 

ANEXOS

 

A Classificação de Cuidados a Saúde Domiciliar para Diagnósticos e Intervenções de Enfermagem

 

Por Virginia Saba, EdD,RN,FAAN,FACMI

 

 

Modificações terminológicas e definições feitas em colaboração com Sheila M. Sparks, D.N.Sc., RN, CS Professor Assistente, Georgetown University.

 

V.K. Saba, 9/1/90

HHCC Projeto apoiado por HCFA N. 17C-98983/3

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte pode ser reproduzida, transmitida, estocada e recuperada de qualquer forma, em qualquer fórum ou por qualquer meio, exceto os permitidos por lei, sem permissão expressa escrita do autor.

 


 

ANEXO A

A Classificação de Cuidados a Saúde Domiciliar (HHCC) dos Componentes de Enfermagem e Códigos.

 

Tabela 1 - A Classificação de Cuidados a Saúde Domiciliar - 20 componentes: indice alfabético com códigos

A - atividade

B - Eliminação intestinal

C - Cardíaco

D - Cognitivo

E - Coping (abrangência)

F - Volume de líquidos

G - Comportamento em saúde       

H - Medicação

I - Metabólico

J - Nutricional

K - Regulação física

L - Respiratório

M – Papel e Relacionamento

N - Segurança

O - Auto-cuidado

P - Auto-conceito

Q - Sensorial

R - Integridade de pele

S - Perfusão Tissular

T - Eliminação urinária

 

Tabela 2 - A Classificação de Cuidados a Saúde Domiciliar - 20 componentes: lista alfabética com códigos e definições

A - ATIVIDADE 

          Conjunto de elementos relacionados ao uso de energia na realização de              ações  corporais          

B - Eliminação intestinal

          Conjunto de elementos relacionados ao sistema gastrointestinal

C - Cardíaco

          Conjunto de elementos relacionados ao coração, vasos sanguíneos e         sistema circulatório.

D - Cognitivo

          Conjunto de elementos relacionados ao processo mental e cerebral

E - Coping

          Conjunto de elementos relacionados com a habilidade para lidar com        responsabilidades, problemas ou dificuldades

F - Volume de líquidos

          Conjunto de elementos relacionados ao consumo de líquidos

G - Comportamento em saúde     

          Conjunto de elementos relacionados a ações para sustentar, manter ou     recuperar a saúde

H - Medicação

        Conjunto de elementos relacionados  a substâncias medicinais.

I - Metabólico    

Conjunto de elementos relacionados aos processos endócrinos e imunológicos

J - Nutricional

          Conjunto de elementos relacionados a ingesta de alimentos e nutrientes

K - Regulação física

          Conjunto de elementos relacionados aos processos corporais

L - Respiratório

          Conjunto de elementos relacionados a respiração e ao sistema pulmonar

M – Papel e Relacionamentol       

          Conjunto de elementos relacionados a interações interpessoais, de trabalho, sociais e sexuais.

N - Segurança

          Conjunto de elementos relacionados a prevenção de injúria, perigo e        perda

O - Auto-cuidado

          Conjunto de elementos relacionados a habilidade para excecutar               atividades para manter-se

P - Auto-conceito

          Conjunto de elementos relacionados a imagem mental do indivíduo          sobre si mesmo

Q - Sensorial

          Conjunto de elementos relacionados aos sentidos

R - Integridade de pele

          Conjunto de elementos relacionados a membrana mucosa, corneal, inter-  tegumentar ou estruturas subcutâneas do corpo

S - Perfusão Tissular

          Conjunto de elementos relacionados a oxigenação dos sentidos

T - Eliminação urinária

          Conjunto de elementos relacionados o sistema genitourinário


 

ANEXO B

A Classificação de Cuidados a Saúde Domiciliar (HHCC) dos Diagnósticos de Enfermagem e Esquema de Códigos

 

Adaptado de NANDA: Taxonomia I: revisada 1990

 


 

A Classificação de Cuidados a Saúde Domiciliar (HHCC)

dos Diagnósticos de Enfermagem com Objetivos/Resultados Esperados e Esquema de Códigos

 

A estrutura de códigos para a Classificação de Cuidados Domiciliares de Diagnósticos de enfermagem é descrita abaixo. A estrutura é usada para diagnósticos de enfermagem domiciliar incluindo um objetivo/resultado esperado. A estrutura de código consiste de cinco caracteres alfanuméricos; o primeiro caracter é um caracter alfabético, representando o componente de saúde domiciliar; o segundo e o terceiro caracter são dígitos numéricos representando o diagnóstico de enfermagem em saúde domiciliar principal; um quarto dígito é em branco ou um dígito decimal representando uma subcategoria diagnóstica; e um quinto caracter é um dígito decimal (1,2 ou 3) representando o modificador para objetivo/resultado esperado.

 

Estrutura de Codificação

. Componente do cuidado de saúde domiciliar: primeiro Alpha código, de A a T

. Categoria do diagnóstico de enfermagem Principal: 2nd e 3 nd dígito: 01 a 50

. Subcategoria de diagnóstico de enfermagem: quarto décimo digital: 1 a 9

. Objetivo/ situação da alta: quinto dígito: 1 a 3 (use somente um)

1= melhorado; 2=estabilizado, 3= deteriorado

 


 

Tabela 3 - A Classificação de Cuidados a Saúde Domiciliar (HHCC)

dos Diagnósticos de Enfermagem e Esquema de Códigos: 50 categorias principais e 95 subcategorias

I.                   50 Categorias Principais de Diagnósticos de Enfermagem e 95 subcategorias

 

A - Componente Atividade

          01 Atividade alterada

01.1        Intolerância a atividade

01.2        Risco de Intolerância a atividade

01.3        Déficit de atividade de diversão

01.4        Fadiga

01.5        Mobilidade fisica prejudicada

01.6        Distúrbio no padrão de sono

02 Musculo-esquelético alterado

 

B - Componente eliminação intestinal

03 Eliminação intestinal alterada

                   03.1 Incontinência intestinal

                   03.2 Constipação colônica

                   03.3 Diarréia

                   03.4 Impactação de fezes

                   03.5 Constipação percebida

                   03.6 Constipação inespecífica

          04 Gastrointestinal alterada

 

C - Componente cardíaco

          05 Débito cardíaco alterado

          06 Cardiovascular alterado

                   06.1 Pressão sanguínea alterada

 

D. Componente cognitivo

          07 Cerebral alterado

          08 Déficit de conhecimento

                   08.1 Déficit de conhecimento de teste diagnóstico

                   08.2 Déficit de conhecimento de regime dietético

                   08.3 Déficit de conhecimento de processo de doença

                   08.4 Déficit de conhecimento de volume de líquidos

                   08.5 Déficit de conhecimento de regime medicamentoso

                   08.6 Déficit de conhecimento de precaução de segurança

                   08.7 Déficit de conhecimento de regime terapêutico

          09 Processo de pensamento alterado

 

E- Componente Coping

          10 Processo de morte

          11 Coping familiar prejudicado

                   11.1 Coping familiar comprometido

                   11.2 Coping familiar inábil

          12 Coping individual prejudicado

                   12.1 Ajustamento prejudicado

                   12.2 Conflito de decisão

                   12.3 Coping defensivo

                   12.4 Negação

          13 Resposta após trauma

                   13.1 Síndrome de trauma de estupro

14 Estado espiritual alterado

14.1 Angústia espiritual

 

F. Componente volume de líquidos

15 Volume de líquidos alterado

                   15.1 Déficit de volume de líquido

                   15.2 Risco de déficit de volume de líquido

                   15.3 Excesso de volume de líquido

                   15.4 Risco de excesso de volume de líquido

 

G Componente comportamento de saúde

16 Crescimento e desenvolvimento alterado

          17 Manutenção de saúde alterada

          18 Comportamento de busca de saúde alterado

          19 Manutenção do lar alterada

20 Não aderência

20.1  Não aderência a teste diagnóstico

          20.2  Não aderência a regime dietético

          20.3  Não aderência a volume de líquido

          20.4  Não aderência a regime medicamentoso

20.5  Não aderência a precaução de segurança

20.6  Não aderância a regime terapêutico

 

H Componente medicamentoso

21  Risco medicamentoso

                   21.1 Polifármacos

 

I Componente metabólico

22  Endócrino alterado

23  Imunológico alterado

                   23.1 Proteção alterada

 

J Componente nutricional

          24 Nutrição alterada

                   24.1 Déficit de nutrição corporal

                   24.2 Risco de déficit de nutrição corporal

                   24.3 Excesso de nutrição corporal

                   24.4 Risco de excesso nutrição corporal

 

K Componente Regulação física

          25 Regulação fisica alterada

                   25.1 Disreflexia

                   25.2 Hipertermia

                   25.3 Hipotermia

                   25.4 Termoregulação prejudicada

                   25.5 Risco de infecção

                   25.6 Infecção inespecífica

 

L Componente respiratório

          26 Respiração alterada

                   26.1 Limpeza de vias aéreas prejudicada

                   26.2 Padrão respiratório prejudicado

                   26.3 Troca gasosa prejudicada

 

M Componente de papel e relacionamento

          27 Desempenho de papel alterado

                   27.1 Conflito de papel paternidade/maternidade

                   27.2 Paternidade/maternidade alterada

                   27.3 Disfunção sexual

          28 Comunicação prejudicada

                   28.1 Verbal prejudicada

          29 Processo familiar alterado

          30 Pesar

                   30.1 Pesar antecipado

                   30.2 Pesar disfuncional

          31 Padrão sexual alterado

          32 Socialização alterada

                   32.1 Interação social alterada

                   32.2 Isolamento social

 

N Componente segurança

          33 Risco de injúria

                   33.1 Risco de aspeiração

                   33.2 Síndrome de desuso

                   33.3 Risco de envenenamento

                   33.4 Risco de sufocamento

                   33.5 Risco de trauma

          34 Risco de Violência

 

O Componente auto-cuidado

          35 Déficit de higiene/banho

          36 Déficit em arrumar-se/vestir-se

          37 Déficit de alimentação

                   37.1 Aleitamneto materno prejudicado

                   37.2 Deglutição prejudicada

          38 Déficit de auto cuidado

                   38.1 Atividade da vida diária alterada

                   38.2 Instrumental de atividade da vida diária alterada

          39 Déficit de toilete

 

P Componente de auto-conceito

          40 Ansiedade

          41 Medo

          42 Significância alterada

                   42.1 Desesperança

                   42.2 Impotência

          43 Auto conceito alterado

                   43.1 Distúrbio de imagem corporal

                   43.2 Distúrbio de identidade pessoal

                   43.3 Distúrbio de baixa auto estima crônica

                   43.4 distúrbio de auto estima situacional

 

Q Componente sensorial

          44 Sentido perceptual alterado

                   44.1 Audição alterada

                   44.2 Paladar alterado

                   44.3 Cinestesia alterada

                   44.4 Olfato alterado

                   44.5 Tato alterado

                   44.6 Negligência unilateral

                   44.7 Visão alterada

          45 Conforto alterado

                   45.1 Dor aguda

                   45.2 Dor crônica

                   45.3 Dor inespecífica

 

R Componente Integridade de pele

          46 Integridade de pele alterada

                   46.1 Membrana mucosa oral alterada

                   46.2 Integridade de pele prejudicada

                   46.3 Risco de integridade de pele prejudicada

                   46.4 Incisão de pele

          47 Periférico alterado

 

S Componente perfusão tissular

          48 Perfusão tissular alterada

T Componente Eliminação urinária

          49 Eliminação urinária alterada

                   49.1 Incontinência urinária funcional

                   49.2 Incontinência urinária reflexa

                   49.3 Incontinência urinária de stress

                   49.4 Incontinência urinária total

                   49.5 Incontinência urinária de urgência

                   49.6 Retenção urinária

          50 Renal alterado

 

Adaptado de NANDA: Taxonomia I: revisada 1990.

 

 


 

Tabela 4 - Classificação do cuidado de saúde domiciliar de 145 dignósticos de enfermagem: lista alfabética com definição e códigos

A01  Atividade alterada

          Mudança ou modificação na energia usada pelo corpo

A01 Intolerância a atividade

          Incapacidade de executar atividades fisiológicas ou psicológicas diárias

A01.2 Risco de Intolerância a atividade

          Aumento na mudança da capacidade de executar atividades fisiológicas ou          psicológicas diárias

O38.1 Atividade da vida diária alterada

          Mudança ou modificação da habilidade em se manter

Q45.1 Dor aguda

           Sofrimento físico ou angústia; machucar

E12.1 Ajustamento prejudicado

          Inadequada adaptação as condições ou mudanças no estado de saúde

L26.1 Limpeza de vias aéreas prejudicada

          Inabilidade para limpar secreções e obstruções em vias aéreas

M30.1 Pesar antecipado

          Grande sentimento de pesar antes do evento ou da perda

P40 Ansiedade

          Sentimento de angústia ou apreensão cuja fonte é desconhecida

N33.1 Risco de aspiração

          Chance de aumento na passagem de material na região brônquio-traqueal

Q44.1 Audição alterada

          Diminuição da habilidade de ouvir

O35 Déficit de higiene/banho

          Habilidade de limpar-se prejudicada

C06.1 Pressão sanguinea alterada

          Mudança na pressão sistólica e diastólica

P43.1 Distúrbio de imagem corporal

          Desequilíbrio na percepção do como vê a si mesmo

J24.1 Déficit de nutrição corporal

          Absorção ou ingesta de alimentos ou nutrientes abaixo da adequada

J24.2 Risco de déficit de nutrição corporal

          Mudança aumentada da absorção ou ingesta de alimentos ou nutrientes    abaixo da adequada

J24.3 Excesso de nutrição corporal

          Absorção ou ingesta de alimentos ou nutrientes acima da adequada

J24.4 Risco de excesso nutrição corporal

          Chance de aumento de ingesta ou absorção de alimentos ou nutrientes     maior do que o adequado

B03 Eliminação intestinal alterada

          Mudança ou modificação no sistema gastrointestinal

B03.1 Incontinência intestinal

          Defecação involuntária

O37.1 Aleitamento materno prejudicado

          Habilidade diminuída para nutrir criança nas mamas

L26.2 Padrão respiratório prejudicado

          Inalação ou exalação inadequada

C05 Débito cardíaco alterado

          Mudança ou modificação na ação no bombeamento do coração

C06 Cardiovascular alterado

          Mudança ou modificação do coração ou vasos sanguineos

D07 Cerebral alterado

          Mudança ou modificação do processo de pensamento ou mentalização

P43.3 Distúrbio de baixa auto estima crônica

          Avaliação negativa persistente sobre si mesmo

Q45.2 Dor crônica

          Dor que continua por mais tempo do que o esperado

B03.2 Constipação colônica

          Passagem difícil ou não frequente de fezes duras e secas

Q45 Conforto alterado

          Mudança ou modificação na sensação que é angustiante

M28 Comunicação prejudicada

          Habilidade diminuída para trocar pensamentos, opiniões ou informação

E11.1 Coping familiar comprometido

          Inabilidade da família para funcionar favoravelmente

12.2 Conflito de decisão

          Luta relativa a determinação do curso de ação

E12.3 Coping defensivo

          Estratégias de auto-proteção para proteger-se contra ameaças

E12.4 Negação

          Tentativa de reduzir ansiedade recusando-se a aceitar pensamentos,         sentimentos ou fatos

B03.3 Diarréia

          Frequência anormal e fluidez de fezes

E11.2  Coping familiar inábil

          Habilidade disfuncional da família para funcionar

N33.2 Síndrome de desuso

          Grupo de sintomas relacionados a efeitos de imobilidade

A01.3 Déficit de atividade de diversão

          Falta de interesse ou engajamento nas atividades de lazer

O36 Déficit em arrumar-se/vestir-se

          Habilidade prejudicada para vestir-se e arrumar-se

E10 Processo de morte

          Respostas físicas e comportamentais associadas a morte

M30.2 Pesar disfuncional

          Prolongado sentimento de grande pesar

K25.1 Disreflexia

          Ameaça de vida inibida por resposta do sistema simpático a um estímulo nocivo a pessoa com injúria na espinha dorsal a nível T7  ou acima.

I22  Endócrino alterado

          Mudança ou modificação na secreção interna de hormônios

E11 Coping familiar prejudicado

          Resposta familiar inadequada a problemas ou dificuldades

M29 Processo familiar alterado

          Mudança ou modificação do funcionamento usual de um relacionado         grupo

A01.4 Fadiga

          Exaustão que interfere com atividades físicas e mentais

P41 Medo

          Sentimento de pavor ou angústia cuja causa pode ser identificada

B03.4 Impactação de fezes

          Fezes impactadas no intestino

O37 Déficit de alimentação

          Habilidade prejudicada para alimentar-se

F15 Volume de líquidos alterado

Mudança ou modificação nos líquidos corporais

F15.1 Déficit de volume de líquido

          Desidratação

F15.2 Risco de déficit de volume de líquido

          Aumento da chance de desidratação

F15.3 Excesso de volume de líquido

          Retensão de líquido, sobrecarga, edema

F15.4 Risco de excesso de volume de líquido

          Chance de aumento na retensão de líquido, sobrecarga, edema

T49.1 Incontinência urinária funcional

          Involuntária, imprevisível passagem de urina

L26.3 Troca gasosa prejudicada

          Desequilíbrio na transferência de oxigênio e dióxido de carbono entre       pulmão e sistema vascular

B04 Gastrointestinal alterado

          Mudança ou modificação no estômago e intestinos

M30 Pesar

          Sentimento de grande pesar

G16 Crescimento e desenvolvimento alterado

          Mudança ou modificação no índices normais para a idade

Q44.2 Paladar alterado

          Habilidade gustativa diminuída

G17 Manutenção de saúde alterada

          Mudança ou modificação na habilidade de gerenciar as necessidades         relacionadas a saúde

G18 Comportamento de busca de saúde alterado

          Mudança ou modificação das ações necessárias para melhorar o estado de           saúde

G19 Manutenção do lar alterada

          Inabilidade para sutentar um ambiente saudável e seguro

P42.1 Desesperança

          Sentimento de desesperança ou futilidade e abandono passivo

K25.2 Hipertermia

Temperatura do corpo acima do normal

K25.3 Hipotermia

          Temperatura do corpo abaixo do normal

I23  Imunológico alterado

          Mudança ou modificação do sistema imunológico

E12 Coping individual prejudicado

          Inadequada resposta pessoal a problemas e dificuldades

K25.5 Risco de infecção

Mudança aumentada de contaminação com germes produtores de   doenças

K25.6 Infecção inespecífica

          Contaminação desconhecida com germes produtores de doença

N33 Risco de injúria

          Aumento de chance de perigo ou perda

O38.2 Instrumental de atividade da vida diária alterada

          Mudança ou modificação de atividades mais complexas do que aquelas      necessárias para manter-se

Q44.3 Cinestesia alterada

          Habilidade para mover-se diminuída

D08 Déficit de conhecimento

          Falta de informação, entendimento ou compreensão

D08.1 Déficit de conhecimento de teste diagnóstico

          Falta de informação nos testes para identificar doenças ou acessar   condições de saúde

D08.2 Déficit de conhecimento de regime dietético

          Falta de informação nas precrições de ingesta de alimentos ou de líquidos

D08.3 Déficit de conhecimento de processo de doença

          Falta de informação na morbidade, curso ou tratamento das condições de saúde

D08.4 Déficit de conhecimento de volume de líquidos

          Falta de informação na ingesta de volume de líquidos requeridos.

D08.5 Déficit de conhecimento de regime medicamentoso

Falta de informação sobre a prescrição de substâncias medicamentosas

D08.6 Déficit de conhecimento de precaução de segurança

          Falta de informação nas medidas para prevenir injúria, perigo e perda

D08.7 Déficit de conhecimento de regime terapêutico

          Falta de informação sobre o curso do tratamento de doença

P42 Significância alterada

          Mudança ou modificação da habilidade de ver significância, propósito ou   valor em alguma coisa

H21  Risco medicamentoso

          Mudança aumentada de resposta negativa as substâncias medicinais

A02 Musculoesquelético alterado

          Mudança ou modificação nos músculos. Ossos ou estruturas de apoio

G20 Não aderência

          Falha ao seguir recomendações terapêuticas

G20.1 Não aderência a teste diagnóstico

          Falha ao seguir recomendações terapêuticas nos testes para identificar       doenças ou avaliar condições de saúde

G20.2 Não aderência a regime dietético

          Falha ao seguir ingesta de líquidos ou alimentos prescritos

G20.3 Não aderência a volume de líquido

          Falha ao seguir ingesta de líquidos necessários

G20.4 Não aderência a regime medicamentoso

          Falha ao seguir curso regulado de substâncias medicamentosas

G20.5 Não aderência a precaução de segurança

          Falha ao seguir medidas para prevenir injúria, perigo ou perda

G20.6 Não aderância a regime terapêutico

          Falha ao seguir curso regular do tratamento de doenças

J24 Nutrição alterada

          Mudança ou modificação nos alimentos ou nutrientes

Q44.4 Olfato alterado

          Diminuída habilidade para sentir cheiro

R46.1 Membrana mucosa oral prejudicada

          Diminuída habilidade para manter os tecidos da cavidade oral